Renault Kwid: veja porque o carro tem agradado tanto os consumidores

Kwid

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Um dos marcos mais importantes da história da indústria automobilística mundial foi o lançamento, no início do século passado, do modelo Ford T nos Estados Unidos. Foi um evento revolucionário, entre outros motivos, porque o empresário Henry Ford instituiu uma nova visão de mundo sobre o automóvel, trazendo o conceito de que ele deveria ser um bem de consumo de massa que iria fazer parte do cotidiano do maior número possível de pessoas.

No Brasil, infelizmente, essa filosofia foi distorcida e o carro virou mais um símbolo de status do que um objeto de fácil acesso feito para trazer conforto e facilidade para a população. Mas há iniciativas de montadoras que resgatam um pouco o espírito americano de carro popular e se esforçam para oferecer modelos mais acessíveis com boa relação custo-benefício. E, sem dúvida, a Renault tem sido um exemplo a ser seguido neste quesito.

Depois de experiências muito bem sucedidas e inteligentes como Sandero, Logan, Duster e Oroch, todos eles opções que combinam preço competitivo, muito espaço interno e robustez, a montadora francesa teve outra grande sacada com o Kwid. Fomos conferir o modelo em um evento promovido pela concessionária Eurovia para apresenta-lo.

O que mais chamou a atenção foi a ansiedade dos consumidores para andar no carro. Havia uma fila considerável. E os comentários que pudemos observar, ao ter contato com ele, eram sempre animados. Mas afinal, o que o Kwid tem que despertou tanto interesse nos consumidores que vimos no evento da Eurovia e que tem se manifestado com igual intensidade em outras praças do Brasil?

Em nossa experiência com o carro, foi possível descobrir alguns motivos para a empolgação. O Kwid segue a lógica dos modelos da Renault que já citamos. É compacto, mas oferece mais espaço interno que seus concorrentes, além de uma sensação de amplitude interna que deixa os designers da montadora de parabéns.

Kwid é estável e ágil

Na condução, o Kwid é alto mas o tamanho ajuda a deixa-lo agarrado no chão. Nas curvas, ele transmite sensação de segurança ao volante. O câmbio é bem mais preciso que o de modelos maiores da Renault e traz bastante agilidade na troca de marchas. Como consequência, a sua combinação com o desempenho do motor 1.0 de três cilindros traz torque bastante satisfatório.

A experiência com o Kwid foi breve, mas suficiente para detectar todas as essas características positivas. Vale ressaltar que o modelo, também seguindo o padrão Renault, vem com preço desconcertantemente atrativo para a concorrência: por menos de 40 mil reais o comprador leva um carro com todas as vantagens já descritas, ar condicionado e uma leve e moderna direção elétrica.

Começamos este texto sobre um modelo Renault falando de Henry Ford, mas foi intencional. Queríamos mostrar que a paixão pelo automobilismo vai alem das marcas. O empresário norte-americano lançou as bases da indústria não só para ele mas para todas as outras fábricas. E elas têm seguido a filosofia de lançar carros bons e baratos na maior parte do mundo. Que bom que no Brasil a Renault tem sido um ótimo exemplo disto.

 

 

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